ChatGPT pode ficar cheio de anúncios: OpenAI não descarta monetizar sua IA com publicidade
Não é a primeira vez que surge uma notícia relacionada a anúncios no ChatGPT, mas uma intervenção recente de um executivo da OpenAI não descarta essa possibilidade no futuro.
De fato, a OpenAI pode acabar introduzindo publicidade no ChatGPT, não de imediato, mas possivelmente mais adiante, já que a empresa vem explorando diferentes modos de aumentar sua receita em um negócio que, até o momento, ainda não se mostra completamente rentável.
Em entrevista ao The Verge, o diretor do ChatGPT, Nick Turley, deixou claro que a publicidade, embora não seja a opção principal para gerar receita, não está descartada.
Atualmente, o ChatGPT oferece diversas modalidades de assinatura e, em alguns mercados, até uma quarta opção por meio do ChatGPT Go.
Embora os usuários possam utilizar a conta gratuita com pequenas limitações, para alguns casos mais profissionais, optar pela conta Plus torna-se quase uma necessidade.
O próprio executivo reconheceu que o modelo de assinatura atual está crescendo rapidamente, refletindo o aumento do interesse dos usuários em pagar pelo serviço.
Contudo, ressaltou que existe uma grande diferença entre os diversos preços de assinatura e que não descartam a possibilidade de introduzir preços intermediários com o tempo para atender a essa demanda.
Outra estratégia que está sendo estudada é o comércio integrado ao ChatGPT, que aproveitaria o motor de recomendações para vincular diretamente produtos em lojas e aplicativos. Ou seja, a OpenAI poderia ficar com um percentual das compras geradas.
No entanto, persistem dúvidas, pois, embora afirmem que os afiliados não influenciarão as recomendações da inteligência artificial, isso ainda precisa ser comprovado.
Por fim, Turley afirmou que o modelo de pagamento continua apresentando potencial: “No início, não escolhemos as assinaturas porque fossem a melhor forma de monetizar, mas porque precisávamos limitar a demanda quando não conseguíamos manter o serviço estável.
Com o tempo, descobrimos que é um modelo incrivelmente alinhado com nossos usuários.”
Conteúdo por Computer Hoy.



