Comprar um smartphone pode se transformar em uma aventura se você procura por um Android, dada a imensidão de opções disponíveis. A Apple, com o iOS, reduz essas possibilidades, mas na hora de renovar seu celular surgirão as mesmas dúvidas. Tudo depende da faixa de preço que você está considerando e das características que mais importam para o seu companheiro de bolso.
Tive a oportunidade de testar os iPhones mais recentes da Apple a série iPhone 17, composta pelo modelo básico, o iPhone 17 Pro, o iPhone 17 Pro Max e o iPhone Air e cheguei à conclusão de que a marca soube criar cada um deles pensando em usuários específicos e em suas necessidades.
Não há como negar que eles são muito semelhantes, em grande parte devido ao Liquid Glass, a camada de personalização transparente que estreou nesses aparelhos, e à mais recente versão do seu sistema operacional, o iOS 26, que unifica todos os dispositivos. Contudo, as diferenças se revelam na parte do hardware.
Se você está pensando em comprar um iPhone e não sabe qual escolher, conheça abaixo as virtudes de cada modelo para ajudar na sua decisão:
- iPhone 17, para quem está começando no ecossistema iOS
- iPhone 17 Pro, a opção mais equilibrada
- iPhone 17 Pro Max, para quem busca mais tela e mais bateria
- iPhone 17 Air, para quem quer mudar de ares
iPhone 17, para quem está começando no ecossistema iOS

O iPhone 17 é o modelo básico da Apple, reunindo o essencial para quem utiliza o ecossistema nativo da marca ou quer ingressar nele sem complicações e sem investir demais em um smartphone. Este aparelho, por exemplo, tem seu preço inicial em 959 euros na configuração básica, com 256 GB de armazenamento.
Em relação à geração anterior, ele praticamente não sofreu alterações de design: continua sendo muito leve, pesando 177 gramas, além de ser de fácil manuseio. Pode ser que sua tela Super OLED de 6,3 polegadas pareça um pouco pequena se comparada às de seus irmãos maiores, mas ela é suficientemente brilhante e potente para fazer você esquecer dessa diferença.
Isso se deve ao fato de que sua taxa de atualização foi incrementada para 120 Hz, em comparação com os 60 Hz da geração anterior, proporcionando uma experiência fluida tanto na reprodução de conteúdos quanto durante as sessões de jogos.
iPhone 17 Pro, a opção mais equilibrada

Desde o nome, já se percebe que o iPhone 17 Pro está um degrau acima do modelo básico, apresentando particularidades que o diferenciam. Por exemplo, ele adota o design unibody, que estreou este ano tanto neste modelo quanto no Pro Max.
Além disso, a mudança do titânio para o alumínio foi implementada, optando por um material menos resistente, mas com outras vantagens. Para começar, o alumínio é mais leve e dissipa melhor o calor, o que significa que, se você vem de um iPhone 16 Pro, notará menos aquecimento durante sessões de fotos ou enquanto o aparelho está carregando, mesmo com o chip mais potente e exigente, o A19 Pro.
Outro destaque é o módulo de câmera, que agora ocupa toda a largura do dispositivo, conferindo mais personalidade e estabilidade ao colocar o aparelho sobre uma superfície plana. O melhor de tudo é que a configuração de lentes é idêntica à do Pro Max: três câmeras traseiras de 48 megapixels e uma frontal que evoluiu de 12 para 18 megapixels.
Dessa forma, você tem praticamente o mesmo desempenho gastando menos, já que este modelo começa em 1.319 euros, enquanto o Pro Max sai por 1.469 euros, ambos com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Além disso, estão disponíveis nas mesmas cores: prata, laranja cósmico e azul.
iPhone 17 Pro Max, para quem busca mais tela e mais bateria

O iPhone 17 Pro Max é, literalmente, o irmão do Pro, com distinções marcantes na tela e na bateria. Desta vez, o formato maior se destaca de forma contundente em ambos os aspectos.
A tela mantém seu tamanho de 6,9 polegadas, mas este ano é um pouco mais brilhante que a do iPhone 16 Pro Max — ao invés de oferecer um pico de 2.000 nits, atinge 3.000 nits. Além disso, assim como o Pro, ele vem com 12 GB de RAM, diferentemente dos 8 GB do modelo anterior.
O ponto mais forte deste aparelho é, sem dúvida, a bateria. Este ano, sua capacidade foi ampliada para ultrapassar 5.000 mAh, uma marca inédito em dispositivos da Apple, mesmo com o padrão da empresa acompanhando as especificações dos smartphones Android há anos.
Isso resulta em uma autonomia de um dia e meio com um uso diário aproximado de cinco horas e meia. Ademais, o Pro Max não só demora mais para descarregar, como também surpreende na velocidade de recarga, atingindo 70% em apenas meia hora com um carregador de 67 W.
iPhone 17 Air, para quem quer mudar de ares

Assim como o modelo padrão é ideal para quem está ingressando no universo dos iPhones, o iPhone Air é perfeito para aqueles que procuram algo a mais em termos de design e não se convencem com a mudança radical presente nos modelos Pro.
Os formatos ultrafinos vêm obtendo um sucesso moderado conforme apontam os dados, inclusive em comparação com modelos como o Galaxy S25 Edge da Samsung, talvez porque poucos se atrevam a experimentar esses smartphones, temendo que a delgadez sacrifique aspectos essenciais como bateria e câmera.
No caso do iPhone Air, é fato que a bateria pode ser considerada um pouco justa para um dia inteiro de uso intensivo. Contudo, para um uso normal, essa limitação não será um problema, especialmente se o design for a sua prioridade, pois este aparelho foge completamente do padrão tradicional, não só da Apple mas de qualquer fabricante.
Para começar, ele abandona o formato habitual do iPhone, optando por um módulo de câmera que ocupa toda a largura e apresenta bordas arredondadas, facilitando o manuseio. Com um perfil de apenas 5,6 milímetros menos grosso do que um lápis ou um livro de menos de 100 páginas e pesando somente 165 gramas, o iPhone Air se destaca pela leveza.
Além de sua estética inovadora, o aparelho também se diferencia pela configuração do SIM, pois dispensa o cartão físico tradicional e aposta exclusivamente na eSIM, alinhando-se com as mais recentes tendências tecnológicas.
Conteúdo por Computer Hoy.



